Bom, tenho reservado um tempo pra assistir televisão e acabei por deparar-me com o filme do Fantasma da Ópera... Não podendo deixar passar batida a possibilidade de comentar algo sobre o filme eu deixo aqui uma das, se não a, letra que mais me chamou a atenção... (Por que será?) Bom creio que seria isso no momento... Até mais ver.
PS. Meu dia foi realmente bizarro.. Muitas coisas aconteceram e creio que em breve muitas acontecerão...
All I Ask of You
Andrew Lloyd Webber
No more talk of darkness,
forget these wide-eyed fears;
I'm here, nothing can harm you,
my words will warm and calm you.
Let me be your freedom,
let daylight dry your tears;
I'm here, with you, beside you,
to guard you and to guide you.
Christine
Say you'll love me ev'ry waking moment;
turn my head with talk of summertime.
Say you need me with you now and always;
promise me that all you say is true,
that's all I ask of you.
Raoul
Let me be your shelter,
let me be your light;
you're safe, no one will find you,
your fears are far behind you.
Christine
All I want is freedom,
a world with no more night;
and you, always beside me,
to hold me and to hide me.
Raoul
Then say you'll share with me one love, one lifetime;
let me lead you from you solitude.
Say you need me with you, here beside you,
anywhere you go, let me go too,
that's all I ask of you.
Christine
Say you'll share with me one love, one lifetime.
Say the word and I will follow you.
Together
Share each day with me, each night, each morning.
Christine
Say you love me...
Raoul
You know I do.
Together
Love me, that's all I ask of you.
Anywhere you go let me go too
Love me...that's all I ask of you.
terça-feira, 22 de maio de 2007
sexta-feira, 11 de maio de 2007
Tá, to com muita coisa pra postar....
Bom fui inundado por uma onda de inspiração. Embora nao acredite que sejam textos sequer medíocres, certamente estão melhores que as asneiras escritas por Ferreira Gullar em Poemas Sujos (LEIAM COM ATENÇÃO "EM POEMAS SUJOS" não critico toda a obra, pois a desconheço, mas POEMAS SUJOS TA UMA VERGONHA, aquilo não é poesia, é apenas um pretexto pra falar palavrões e se dizer politizado e cult). com vocês "Ao Amanhã"...
Ao Amanhã
Se do amanhã eu soubesse,
Da aurora que está por vir,
Aceitaria como viesse,
Mesmo sendo melhor fugir.
Talvez o amanhã enfim trouxesse,
Aquele beijo que não consegui,
Naquela manhã, azul celeste,
Que por receio de errar fugi.
E se o amanhã enfim viesse,
Embalado num céu anil
E uma nova chance me desse,
Pra restaurar o que se exauriu.
Mas se na manhã, que se desconhece,
Houvesse apenas o passado vil,
Onde até mesmo a paixão fenece,
Restando apenas sentimento frio.
Assim aguardo o que se desconhece,
Do amanhã que ainda não surgiu,
Preferindo o ouro que resplandece,
Ao bem conhecido metal frio.
Ao Amanhã
Se do amanhã eu soubesse,
Da aurora que está por vir,
Aceitaria como viesse,
Mesmo sendo melhor fugir.
Talvez o amanhã enfim trouxesse,
Aquele beijo que não consegui,
Naquela manhã, azul celeste,
Que por receio de errar fugi.
E se o amanhã enfim viesse,
Embalado num céu anil
E uma nova chance me desse,
Pra restaurar o que se exauriu.
Mas se na manhã, que se desconhece,
Houvesse apenas o passado vil,
Onde até mesmo a paixão fenece,
Restando apenas sentimento frio.
Assim aguardo o que se desconhece,
Do amanhã que ainda não surgiu,
Preferindo o ouro que resplandece,
Ao bem conhecido metal frio.
Looping
Quando eu criei esse, eu tinha muitas coisas a falar, mas infelizmente ja se passaram algumas horas e eu esqueci completamente de tudo. Bom, espero que gostem:
Reprises
Passa, repassa,
Nunca cessa de voltar,
Ao passado, o qual reprisa,
O mesmo só do verbo amar.
Que se repita o que desatina,
E novo expressa ao retornar,
Fazendo um círculo de repetidas rimas,
Ao reprisar um amor no ar.
Reprises
Passa, repassa,
Nunca cessa de voltar,
Ao passado, o qual reprisa,
O mesmo só do verbo amar.
Que se repita o que desatina,
E novo expressa ao retornar,
Fazendo um círculo de repetidas rimas,
Ao reprisar um amor no ar.
Quase esqueci...
Bom tem mais um poema que eu também gostei... Sim, ele não ta grande coisa, mas ainda assim eu gostei. Com vocês:
Ilusões
Nada mais é intenso,
Somente o cinza habita dentro,
O poço seco, sem sofrimentos,
E um pesar por qual lamento.
Sem crises ou tormentos,
Apenas sigo, como um enfermo,
Não há chagas ou ferimentos,
Que expliquem minha aflição.
Não existe, nunca houve,
Apenas reinos de ilusão,
E o que era intenso até o ontem,
Hoje desfaz-se em desilusão.
Em uma noite mal dormida, em uma nova decepção...
Ilusões
Nada mais é intenso,
Somente o cinza habita dentro,
O poço seco, sem sofrimentos,
E um pesar por qual lamento.
Sem crises ou tormentos,
Apenas sigo, como um enfermo,
Não há chagas ou ferimentos,
Que expliquem minha aflição.
Não existe, nunca houve,
Apenas reinos de ilusão,
E o que era intenso até o ontem,
Hoje desfaz-se em desilusão.
Em uma noite mal dormida, em uma nova decepção...
E quem disse que inspiração é sinônimo de qualidade?
Tenho escrito muito ultimamente, principalmente nos últimos 3 dias. O resultado? Não gostei muito da maior parte do que fiz. Devo ter cerca de uns 10 poemas novos e no selecionar algo para postar aqui só encontrei um que eu não gostei,l como todos os demais que escrevo, mas acho que se adequa ao momento.
Desilusão
Tantas palavras,
Tantos versos,
Dizeres simples,
Ao que é complexo.
A amo, já disse!
Em um momento de ficção,
E o real fez-se abstrato
Entregando-me à imaginação,
Que me fere quando mostra,
A solidez da desilusão.
Desilusão
Tantas palavras,
Tantos versos,
Dizeres simples,
Ao que é complexo.
A amo, já disse!
Em um momento de ficção,
E o real fez-se abstrato
Entregando-me à imaginação,
Que me fere quando mostra,
A solidez da desilusão.
quarta-feira, 9 de maio de 2007
And The Memory Remains
Poderia falar muito sobre o poema a seguir, mas não quero, na verdade, estou com vontade de fumar e como não posso fazê-lo aqui, sacrifico a explicação em prol do vício. Espero que gostem.
O Velho Beijo
Fez-se o beijo de meu desejo,
Diferente do que era o intento,
Em outros tempos os quais relembro.
Fez-se o beijo, tranqüilo e morno,
Ao desmanchar do velho sonho,
Daqueles tempos de ainda garoto.
Fez-se o beijo, distante do pensado,
Tão diferente do imaginado
Naquele tempo, espreitando lábios
Mas fez-se intenso e ardente,
Da velha chama remanescente,
Do antigo sonho de adolescente.
E por este alento vivo contente
Ao beijar-te os lábios suavemente,
Neste onirismo quase demente.
O Velho Beijo
Fez-se o beijo de meu desejo,
Diferente do que era o intento,
Em outros tempos os quais relembro.
Fez-se o beijo, tranqüilo e morno,
Ao desmanchar do velho sonho,
Daqueles tempos de ainda garoto.
Fez-se o beijo, distante do pensado,
Tão diferente do imaginado
Naquele tempo, espreitando lábios
Mas fez-se intenso e ardente,
Da velha chama remanescente,
Do antigo sonho de adolescente.
E por este alento vivo contente
Ao beijar-te os lábios suavemente,
Neste onirismo quase demente.
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